Tudo o que a ICT já produz e consulta
O que hoje vive em artigos, planilhas, relatórios e sistemas de parceiros entra em um único ambiente de projeto.
Uma infraestrutura que liga evidência, especialistas, simulação, experimento e maturidade tecnológica em um único fluxo rastreável.
Em vez de projetos fragmentados, a ICT passa a operar um portfólio vivo de hipóteses, evidências, experimentos, riscos, decisões e oportunidades.
Evidência, dados, pessoas, ferramentas e experimentos, conectados em um processo translacional contínuo.
A BioSphere by ICT Biomas é uma plataforma de inteligência translacional para pesquisa, desenvolvimento e decisão científica.
Estrutura projetos de P&D, integra evidências internas e externas, coordena análises especializadas com supervisão humana, conecta ferramentas in silico e organiza o avanço de tecnologias por evidência, risco, custo, prazo e maturidade.
Uma infraestrutura para transformar pesquisa em decisões mais claras, projetos mais rastreáveis e tecnologias mais preparadas para validação, desenvolvimento, investimento e transferência.
Célula · corte
A BioSphere se coloca entre pesquisa, gestão, desenvolvimento, regulação e transferência tecnológica.
O que hoje vive em artigos, planilhas, relatórios e sistemas de parceiros entra em um único ambiente de projeto.
Cada informação mantém origem, identificador e data. Cada conclusão aponta para o trecho, dado ou resultado que a sustenta.
Lacunas viram perguntas de pesquisa e experimentos. Decisões ficam registradas com responsável, data e justificativa.
Eles aparecem quando evidência, decisão e experimento passam a apontar um para o outro.
Menos tempo para localizar e interpretar evidência relevante
Documentação de projetos no mesmo padrão
Preservação da memória científica e decisória da instituição
Pesquisadores, direção, parceiros e gestores falando do mesmo objeto
Tecnologias distintas avaliadas com os mesmos critérios
Experimentos escolhidos por incerteza, valor da informação, custo e viabilidade
Riscos, dependências, lacunas e marcos à vista
Capacidade de demonstrar TRL para editais, parceiros e transferência
Resultados auditáveis para continuidade e colaboração
Toda conclusão relevante percorre este caminho, e os dois últimos passos exigem uma pessoa responsável.
■ Responsável humano, data, justificativa e aprovação registrados
Do ambiente de projetos ao TRL, mais um primeiro módulo para descoberta de fármacos. Abra cada camada para ver o que ela entrega.
A camada que sustenta a operação diária da ICT. Tudo o que vem depois se apoia nela.
A ICT cadastra e administra um projeto completo, controla acessos, mantém o histórico e recupera versões anteriores de documentos e decisões.
Conecta os projetos da ICT ao conhecimento científico, tecnológico, clínico e regulatório externo.
Origem, identificador, data de consulta e licença em cada registro. Fonte pública, licenciada, confidencial e dado sensível têm acesso distinto.
Transforma documentos e dados heterogêneos em informação comparável.
A equipe passa a distinguir o que foi demonstrado, o que é interpretação e o que ainda precisa ser testado.
Onze agentes por disciplina e um coordenador científico que distribui tarefas, preserva divergências e escala dúvidas críticas para revisão humana.
O comitê científico recebe uma síntese rastreável, com divergências preservadas e dúvidas críticas escaladas para revisão humana.
Uma porta controlada para ferramentas in silico, e não uma promessa genérica de simulação universal.
Acesso a um software, integração técnica com ele e validação científica dos resultados são três entregas diferentes. Cada uma tem escopo, custo, prazo e critério de aceite próprios.
Transforma hipóteses em planos experimentais e resultados em decisões atualizadas.
A plataforma apoia os responsáveis pelo estudo. Não substitui aprovação ética, regulatória, médica ou estatística. Alterações em ensaios seguem os fluxos formais.
Maturidade tecnológica como decisão baseada em evidências, lacunas e marcos, e não como classificação subjetiva isolada.
A direção científica visualiza e justifica o estágio de cada tecnologia, suas dependências e os próximos investimentos.
Módulo para descoberta e otimização de ativos terapêuticos. Usa o mesmo núcleo e aprofunda biologia de targets, química medicinal e desenvolvimento de moléculas.
Transformar evidência biológica em um programa terapêutico estruturado, com targets justificáveis, candidatos priorizados e plano de validação experimental progressiva.
■ Módulo especializado, ativado por programa
Scientific Intelligence: módulos de análise especializados por disciplina, sempre com supervisão humana.
Recebe a pergunta de pesquisa, distribui tarefas aos agentes relevantes, consolida as análises sem apagar divergências e escala as dúvidas críticas para revisão humana.
11 disciplinas · 1 síntese rastreávelRelevância clínica, necessidades não atendidas, população e desfechos
Mecanismo, exposição, interações e segurança
Formulação, estabilidade, qualidade, CMC e fabricação
Mecanismos celulares, vias e modelos experimentais
Viabilidade operacional, acompanhamento e procedimentos
Ensaios, biomarcadores e métodos analíticos
Estrutura, propriedades e relação estrutura-atividade
Alvos, variantes, dados ômicos e estratificação
Desenho experimental, poder estatístico e análise de dados
Requisitos aplicáveis, lacunas documentais e estratégia
Contradições, vieses, falhas de raciocínio e hipóteses alternativas
Nenhuma conclusão relevante avança sem uma pessoa responsável pela revisão e pela decisão.
| Hipótese | Evidências | Confiança | TRL | Revisão | Risco |
|---|---|---|---|---|---|
| H-03 · Redução de IL-6 em modelo murino | 24 | 0.81 | 3 | Aprovada | Baixo |
| H-07 · Estabilidade da formulação a 40 °C | 9 | 0.62 | 2 | Pendente | Médio |
| H-11 · Seletividade sobre isoforma β | 5 | 0.44 | 2 | Em revisão | Alto |
Projeto cadastrado com hipótese, tecnologia, equipe, dados existentes e objetivo.
Evidências externas reunidas e dados internos vinculados ao projeto.
O motor de qualidade organiza os estudos por tipo, resultado, limitação e confiança.
Os agentes analisam o projeto por perspectivas complementares.
Divergências, riscos e lacunas vão ao coordenador e ao comitê científico.
Ferramenta in silico selecionada, executada e registrada, quando aplicável.
Experimentos propostos para reduzir as lacunas mais importantes.
Resultados importados e confrontados com previsões e hipóteses.
TRL atualizado com base em evidências e critérios definidos.
A direção científica registra: avançar, reformular, pausar ou encerrar.
Um dossiê exportável reúne fontes, raciocínio, resultados, pendências, risco e decisão.
A BioSphere nasce dentro do ICT Biomas, que é dono e patrocinador da plataforma.
Conhecimento científico, transformando ideias em realidade.
O Biomas é uma instituição de ciência e tecnologia (ICT), estruturada como associação civil de direito privado, sem fins lucrativos. Nasceu da experiência multidisciplinar de cientistas, empresários e investidores que dedicaram as suas carreiras ao progresso científico e tecnológico em inovações complexas.
Seu propósito é desenvolver soluções para projetos de impacto para a iniciativa privada, governo e terceiro setor.
A BioSphere cria uma linguagem operacional comum entre ciência, desenvolvimento, gestão e transferência tecnológica.